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SUPERIATE: Com os brinquedinhos do Nomads of the Sea, como um Bell 407, o turista chega aos lugares mais inóspitos da patagônia chilena |
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Atravessar o golfo do Alasca a remo em só oito dias
A TRAPAÇA: Pegar o Home Shore, um barco de pesca de 60 pés, que transporta canoístas oceânicos até o sudoeste de Sitka, escolhendo os melhores pontos para caiaque ao longo de mais de 400 quilômetros de litoral. A COMPENSAÇÃO: Canoagem em mar aberto sem o fator de risco; salmão pescado com vara no jantar; paradas em ilhas para mergulhos em fontes termais, caso você fique com frio (a partir de US$ 3.200; homeshore.com).
Escalar múltiplos picos com mais de 3.350 metros na Columbia Britânica, Canadá, num único final de semana
A TRAPAÇA: Helicópteros Bell 212, operados pela Canadian Mountain Holidays na cidade de Banff (estado de Alberta), levam hóspedes dos chalés de luxo para as zonas de escalada como o monte Nimbus, a 3.872 metros de altitude e apenas 5 minutos de distância. A COMPENSAÇÃO: Nada de ficar três dias abrindo trilhas na mata para chegar às zonas de escalada; possibilidade de abrir vias (precisa ser combinado com antecedência); carne de caça, vinho pinot e massagens no chalé (três dias por US$ 2.260; viagens somente entre julho e setembro; canadianmountainholidays.com).
Nadar com os golfinhos e as arraias no litoral de Kona, Havaí
A TRAPAÇA: Usar os motores para mergulhadores Torpedo (basicamente motores de popa de mão), que se movem a 3 quilômetros por hora. A COMPENSAÇÃO: Tais motores parecem saídos de um asilo de equipamentos marítimos aposentados, mas, com eles, mesmo os nadadores mais fracos conseguem acompanhar golfinhos e arraias. “Os hóspedes ficam com energia para mais mergulhos porque usam 25% a menos de ar”, explica Mike Milligan, o dono da companhia de passeios (a partir de US$ 90; torpedotours.com).
Conquistar o pólo Norte
A TRAPAÇA: Pegar um vôo de 40 minutos partindo de Ice Camp Barneo – uma base científica localizada a 89 graus norte – num helicóptero Mi-8 com uma equipe liderada pelo aventureiro russo Victor Boyarsky. A COMPENSAÇÃO: Duas horas passeando no pólo Norte, a um telefonema via satélite de distância dos seus amigos, e chance zero de precisar assar um dos siberianos para não morrer de fome (a partir de US$ 15.500; norpolex.com).
Descer de caiaque as corredeiras classe III do rio da Morte, no estado norte-americano do Maine, a partir do lago Flagstaff, lotado de trutas
A TRAPAÇA: Entrar num bote motorizado da marca Mokai, que mais parece um caiaque com motor à turbina, que o guia de aventura Jeff Hinman usa em suas viagens. Capaz de se locomover a 20 quilômetros por hora em águas de apenas 15 centímetros de profundidade, as lanchas cobrem em poucas horas distâncias que caiaques convencionais precisariam de um dia inteiro para percorrer. A COMPENSAÇÃO: Subir o rio sem remo (US$ 50 por hora 00 21 1 207 246 2277).
Alcançar uma geleira dos Andes, na inóspita Patagônia chilena
A TRAPAÇA: A partir do luxuoso iate Nomads of the Sea, embarcar num helicóptero Bell 407 até o topo de uma das montanhas geladas da região patagônica menos conhecida e explorada do país: os fiordes próximos à ilha de Chiloe, no golfo de Ancud. A COMPENSAÇÃO: Almoçar com vinho em cima da montanha sem precisar achar o azimute para o barco; e ainda curtir, chapado, o sobrevôo de um vulcão fumegante (a partir de US$ 8.500, com direito a uma semana de outras mordomias irresistíveis; landscape.com.br).
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VIDA ANIMAL: Um barco de 60 pés transporta confortalvemente canoístas oceânicos até o sudoeste de Sitka, no Alasca, para apreciar as baleias |
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