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Sangue bom A determinação de um cingapuriano, unida à força de dois ciclistas quenianos, pode colocar, pela primeira vez em 105 anos, dois negros no Tour de France
(MARIO MELE)
Além de força e dedicação, Zakyo e Samwel têm o espírito competitivo aflorado. Com certeza hoje eles são os negros que estão mais próximos de uma equipe profissional e, conseqüentemente, das provas mais importantes do ciclismo mundial. "Acredito que a partir de 2012, se a sorte estiver a nosso favor, eles terão a chance de escalar o Alpe d'Huez não para simplesmente deixar seus tempos registrados, mas para entrar na disputa da tão sonhada camiseta amarela", profetiza Nicholas.
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